Relatório de Culminância: Projeto Mês de Conscientização do Autismo
AUTOR
Cargo: Professor Regente
Nome do autor: Hoalace Gilberto de Paula
Turma: 4º e 5º Multisseriada
Número de Alunos: 20
O mês de abril é marcado mundialmente pela campanha "Abril Azul", voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entendendo que a escola é o principal espaço de socialização e construção de valores, desenvolvemos um projeto multidisciplinar com o objetivo de disseminar informações corretas, combater o capacitismo e promover a aceitação da neurodiversidade. Mais do que celebrar uma data, o trabalho buscou transformar o olhar da comunidade escolar sobre as potencialidades e os direitos das pessoas autistas.
O projeto iniciou-se com uma imersão teórica sobre a história do autismo. Discutimos desde as primeiras descrições clínicas até o surgimento dos movimentos de orgulho autista, que reivindicam o protagonismo do indivíduo.
Um ponto fundamental foi o trabalho com a simbologia. Exploramos o significado da cor azul, historicamente ligada à maior incidência de diagnósticos no sexo masculino, mas também avançamos para conceitos contemporâneos. Apresentamos o laço de quebra-cabeça, que simboliza a complexidade do espectro, e o símbolo do infinito colorido, que representa a diversidade de experiências dentro do TEA. Esta etapa foi essencial para que os alunos compreendessem que o autismo não é uma doença a ser "curada", mas uma forma diferente de processar o mundo, com cores e nuances próprias.
Cargo: Professor Regente
Nome do autor: Hoalace Gilberto de Paula
Turma: 4º e 5º Multisseriada
Número de Alunos: 20
O mês de abril é marcado mundialmente pela campanha "Abril Azul", voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entendendo que a escola é o principal espaço de socialização e construção de valores, desenvolvemos um projeto multidisciplinar com o objetivo de disseminar informações corretas, combater o capacitismo e promover a aceitação da neurodiversidade. Mais do que celebrar uma data, o trabalho buscou transformar o olhar da comunidade escolar sobre as potencialidades e os direitos das pessoas autistas.
O projeto iniciou-se com uma imersão teórica sobre a história do autismo. Discutimos desde as primeiras descrições clínicas até o surgimento dos movimentos de orgulho autista, que reivindicam o protagonismo do indivíduo.
Um ponto fundamental foi o trabalho com a simbologia. Exploramos o significado da cor azul, historicamente ligada à maior incidência de diagnósticos no sexo masculino, mas também avançamos para conceitos contemporâneos. Apresentamos o laço de quebra-cabeça, que simboliza a complexidade do espectro, e o símbolo do infinito colorido, que representa a diversidade de experiências dentro do TEA. Esta etapa foi essencial para que os alunos compreendessem que o autismo não é uma doença a ser "curada", mas uma forma diferente de processar o mundo, com cores e nuances próprias.
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